Sábado, 11 de Abril de 2009

                            "Tear gigante" 

 

 Finalmente…UMA CAMINHADA!

Passada a noite anterior, com alguns aditivos instigadores de efeitos secundários, achei que a ideia iria cair por terra. Mas nada disso…isto é tudo gente rija !
E lá vamos nós à procura da Rota das Minas (sobre a qual ainda não fiz o texto prometido, mas está para breve).
- Aviso já que não gosto de andar devagar! (Anabela)
- Boa, eu também não…vamos lá dar corda aos sapatos!! (eu)
Em boa companhia, as duas rapidamente nos destacamos no pelotão da frente e, distraídas perante a bela paisagem à beira rio, rapidamente perdemos de vista os nossos companheiros de viagem.
Foi uma agradável surpresa o ritmo comum…se soubéssemos teríamos feito este percurso mais vezes.
Foi uma boa forma de começarmos o dia que se avizinhava muito “dramático”
De alma renovada e espírito cheio…estávamos preparadas para a energia do fato-de-treino vermelho do protagonista desse dia!
 
Foi um dia cheio de agradáveis surpresas.
Todas as apresentações/intervenções foram excelentes...e todas diferentes!
Foi muito compensador ver excertos de momentos passados durante a semana, ver tudo misturado e ver-nos uns aos outros nos vários papeis. Foi de uma riqueza impressionantemente hilariante!

Confesso que aquando nos foi proposto este novo desafio...eu pensei:
- OH Deus! Eu não sou de teatro...eu não sei o que fazer!!
Entre todos, as ideias começaram a surgir e, vi-me empolgada a sugerir (boas) parvoíces perante os olhos atentos da "nossa criança e do nosso João" (Alguém tem noticias deles?)
Fomos logo os primeiros. Bem se tem de ser, que seja já!

Ana Ambrósio
 
 
Vamos chegar atrasados…
Não sei se os acompanhe ao longo do rio ou não…, e se chove? Não me agrada nada chegar lá baixo molhada. Não, é melhor não…

A música de Rão Kyao…
O movimento calmo, controlado, sequencial, fez-me parar e retroceder no tempo: Macau, o Jardim de Camões…, Meu Deus, como o tempo passa…, e as memórias adormecidas lá estão, saltitantes, fazendo cócegas na minha mente… (qualquer dia “fujo” para lá).

E, lá estou como na quinta-feira, emoções à flor da pele. O corpo, a voz, o espaço, os outros. Gerar, criar em conjunto a partir de imagens dos outros, num espaço que é toda a aldeia…, fruição de ideias, experimentação… e a Elsa que torce o pé!!!
Pronto! não há-de ser nada, fica sentada! Entre o riso e a lágrima, o meu coração batia forte, tão forte que tive medo que se ouvisse. O que o Professor Amílcar nos faz…

Janeiro de Cima, e parecia que tinha entrado num conto daqueles que me contava a Maria Helena, empregada da casa de quando eu era menina. E o rio? Nem apetecia sair dali…

Belo jantar!!! Mais era impossível. Afinal, os MAEs iam embora no dia seguinte e já estavam todos a sofrer de saudades, e lá as íamos afogando no saboroso tinto e alimentando a união com o saboroso e farto repasto.
Ainda houve tempo para cantigas, porque “quem canta seus males espanta”
Maria João Veloso
 
"Recanto da Serenata"
 
"Estou tão, tão tão cansada. Podre, acho que é a palavra. Raio de nariz que não para de pingar! E vai chover... O quê? Fazer uma caminhada até à Barroca? Bora lá!" A Anabela e a Ambrósia desapareceram de vista rapidamente. Os restantes foram ficando para trás, as conversas nasciam e morriam umas seguidas das outras. E a paisagem? Que maravilha! Seria tão bom acordar todos os dias para ver aqueles contrastes entre a aridez da pegada humana e o verde da natureza! (o meu lado hipocondriaco preocupava-se um bocadinho com a radioactividade, mas isso não interessa nada )
Chegamos quase ao mesmo tempo que os restantes colegas e não nos choveu em cima! Estava com medo da reacção do nosso MAEstre, mas, como sempre, fomos recebidos com um sorriso de orelha a orelha e o dia continuou.
Foi um dia de emoções fortes, mas tudo está bem, quando acaba bem!
Ana Ferreira
 
 
O drama tá no ar.
Fomos muito bem recebidos. Música que inspira a reflexão e expira emoção. Tranquilidade.
Obrigado Professor.

O corpo mexe, a alma procura;
a perna sobe, o sangue flui;
o olhar procura, o corpo obedece;
a mão toca, o coração olha;
o rodopio solta-se, o sorriso cresce.
a voz sai, a voz sente.

Mais um dia de experiências. Nova forma de "tocar" o grupo.

Gostei das apresentações, mesmo estando em grupo senti que estavamos lá. Todos num só. E que bem que ficaram. Orientados pelos caminhos, e ruas, das emoções.

Ricardo Cavadas

 

 

Que bom de manhãzinha esta caminhada com colegasMae e esta aula prática com o professor Amílcar e o grupoMae. Foi maravilhoso esta fusão do grupo todos participem e integram a aula. Uns vão destacar-se pelas suas palavras e outros pelas suas formas de estar, movimentos, sons, balbucios etc... Bela actividade esta aula de expressão dramática. 

A actividade performativa de cada grupo que era sobre o que cada um de nós experienciou nesse maeestágio uniu e reuniu muitas das nossas conflituosas ideias. Essa partilha foi um mundo de descobertas. Realizar esta actividade foi mais um desafio maravilhoso.

Escuto sem rejeitar uma das partes. Aceito que tudo está lá, independentemente de como me fez sentir. Aí começou uma viagem de perceber o que nos levou a esse maeestágio.

Ao mesmo tempo, todos tomámos atenção ao que ouvimos e vimos.
Criámos juntos um acervo de experiências, que se vêm juntar ás nossas.

Dia que fica em memória,

Abraços

Katy

 

 

 
Expressão Dramática e Teatro:
o Corpo, a Voz, o Espaço, os Objectos… e os jogos.
Jogos, Jogos!? Interessante a linguagem gestual do Fausto logo no início deste MAE dia… ;)
E chegou a hora da Improvisação Dramática:
Estamos todos em ebulição na e com a aldeia.
Bravo! Albina, Maria João, Cristina, Susana…
Bravo! a todos os MAEs
Bravo! a toda a população!
E Bravo! Professor Amílcar. Que parece ter nos lido, algum tempo atrás, no Virtualcafé em que (após a visualização de uns vídeos bem sugestivos: na estação do metro, lembram-se?) já fantasiávamos realizar uma apoteótica performance algures do nosso Portugal.
PS: comecei a sentir a despedida com as badaladas, perfeitas, que se fizeram ouvir na nossa apresentação.
Elsa Mesquita

 

 

 

 Barroca, bailinho, Fundão...

 

 

 

 

 

publicado por daceaomundo às 16:32
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